Em meus comentários destaquei alguns pontos que considerava merecedor de outras reflexões e, o fiz no mesmo espírito de liberdade responsável e serenidade recomendada por estes mestres. Assim vale recordar alguns pontos desta trajetória, a partir das dimensões relacionadas no próprio curso:
1)Dimensão psíquica -: o livro fala de psiquismo como alma e como essência. Estranhei que nenhuma das abordagens da própria psicologia embasasse esta visão. Em nenhum momento existe qualquer referência ao conceito de Consciência, da sua evolução e dos seus níveis. . Minimamente este espaço comportaria a visão de Teilhard Chardin sobre a Noosfera, que é esta dimensão do psiquismo que se forma na rede social – a mais-consciência. Chardin não receia os juízos apressados, que o classificam como panteísta, mas considera a presença do Espírito Divino imerso no universo (como estofo do universo). Esta presença é a presença da consciência que participa da evolução.
Mas voltando aos conceitos de psiquismo registramos a ausência das contribuições de Freud e de Jung. Mesmo conceitos fundamentais como a formação do ego (reprimido ou dilatado) deixaram de ser abordado. A descoberta do inconsciente e as prisões interiores que sujeitam a alma a um “inferno na terra”, são aspectos fundamentais desta dimensão, assim como o inconsciente coletivo, os arquétipos e a sincronicidade, na visão de Jung. Os chamados estados específicos da consciência e as possibilidades de conhecimentos legítimos nestes estados (até mesmo de uma ciência dos estados específicos) constituem importantes experiências da vivência humana e que teria aqui seu espaço de reflexão.
Tecnologia Social, sustentabilidade, economia solidária, cooperativismo, comércio justo, redes de cooperação solidária: o desenvolvimento destes domínios constitui o fundamento da THEIA VIVA.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
domingo, 7 de junho de 2009
No Domínio da Antropologia Filosófica - 1
QUEM É O HOMEM?
Qual desafio nos coloca esta indagação face às reflexões propostas pela Antropologia Filosófica? O tema, proposto possui uma direção: interpretar o ser humano no domínio de suas características constitutivas, incluindo sua realidade bio-psíquica-espiritual-transcendente.
Não é uma tarefa fácil e, do meu ponto de vista, cercada de questionamentos fundamentais sobre a especificidade de uma disciplina que se identifica no domínio simultâneo da Antropologia e da Filosofia, em uma ambiente de sínteses.
De início somos alertados de que “a explicação de quem é o homem não é uma simples análise existencial, nem uma síntese como a realizada pelos estudantes das ciências positivas”, porque estamos face uma disciplina filosófica e “que trata da essência, da universalidade, do ser humano”.
Logo em nossas primeiras reflexões desta disciplina, nos foi colocado o seguinte questionamento:
“Sempre interessou ao homem saber quem ele é. Você considera que a pergunta Quem é o homem?", que impulsiona o estudo da Antropologia Filosófica equivale ou é sinônimo da pergunta: "Que é o homem?", que motiva o estudo das ciências positivas? Você consegue explicar qual é o lugar ou função da Antropologia Filosófica”
O debate assim parte de um confronto entre duas indagações: o que distingue a indagação de QUEM É O HOMEM?, de outra indagação – O QUE É O HOMEM? Naturalmente não estamos buscando distinções de classes gramaticais indicadas por pronomes relativos, embora tais distinções precisem estar presentes.
Superada este nível de questionamento focaremos a questão fundamental: estamos buscando circunscrever reflexões que iluminem a natureza fundamental do ser humano. Mas ainda temos uma questão. Porque situar esta busca no âmbito de uma disciplina intitulada Antropologia Filosófica? Esta nos parece uma questão não resolvida. Vejamos porque?
O filósofo Max Scheler é considerado um dos principais filósofos ligado a Antropologia Filosófica.O centro do pensamento de Scheler era a sua teoria do valor. De acordo com Scheler, o ser-valor de um objeto precede a percepção. A realidade axiológica dos valores é anterior à sua existência. Os valores e seus correspondentes opostos existem em uma ordem objetiva.
Sem desconsiderar a relevância deste filósofo e sua grande contribuição para uma filosofia humanista, não pude deixar de questionar o sentido e o propósito desta ciência tal como por ele formulada. Pesquisando a questão encontrei uma importante reflexão de Heidegger precisamente nesta direção. Reproduzo abaixo a tradução do texto deste filósofo:
“(...) Que é isto, filosofar, se a problemática filosófica é tal que encontra seu lugar e seu centro na essência do homem?
Enquanto estas questões não sejam desenvolvidas e precisadas no seu encadeamento sistemático, não se poderão ver os limites essenciais da idéia de uma antropologia filosófica. Só a discussão destas questões fornece uma base ao debate sobre a essência, os direitos e o papel de uma antropologia filosófica no seio da filosofia. Sem cessar surgirão novas tentativas de uma antropologia filosófica que poderão se apresentar com argumentos plausíveis e defender o papel central desta disciplina sem, no entanto, poder fundá-la sobre a essência da filosofia. Sem cessar também aparecerão adversários da antropologia que poderão fazer notar que o homem não está no centro dos entes e que uma "infinidade" de entes encontram-se "a seu lado", uma refutação do papel central da antropologia filosófica que não é em nada mais filosófica que sua afirmação.
Assim uma reflexão crítica sobre a idéia de uma antropologia filosófica não somente ilumina sua imprecisão e sua fatal insuficiência, mas manifesta antes de mais nada que não dispomos nem de uma base nem de quadros necessários para um exame aprofundado de sua essência.(...)”(http://www.filoinfo.bem-vindo.net/filosofia/modules/wfsection/article.php?articleid=360)
Mas estas reservas não impedem de refletir sobre a questão inicial: Quem é o homem?
Usamos a referência ao brilhante teólogo Leonardo Boff para estabelecer a referência do olhar que propomos sobre esta pergunta. Leonardo Boff conseguiu na sua práxis elaborar uma profunda visão do ser humano, como um ser holístico, planetário e ecológico. Em campos diferentes, mas atuando de forma pioneira fomos buscar dois outros pesquisadores, comprometidos com a verdade dos seus trabalhos: o primeiro Teilhard Chardin (detalhamos abaixo seus histórico) ou outro François Brune, um padre, teólogo, poliglota e profundo conhecedor dos fenômenos paranormais. Pode parecer uma reunião inusual de pensadores. Mas esta excentricidade é apenas aparente: todos os pesquisadores relacionados têm em comum um profundo compromisso da sua espiritualidade e uma coragem incomum por trafegarem em áreas tabu, marcadas pelo preconceito e juízos fundamentalistas.
Qual desafio nos coloca esta indagação face às reflexões propostas pela Antropologia Filosófica? O tema, proposto possui uma direção: interpretar o ser humano no domínio de suas características constitutivas, incluindo sua realidade bio-psíquica-espiritual-transcendente.
Não é uma tarefa fácil e, do meu ponto de vista, cercada de questionamentos fundamentais sobre a especificidade de uma disciplina que se identifica no domínio simultâneo da Antropologia e da Filosofia, em uma ambiente de sínteses.
De início somos alertados de que “a explicação de quem é o homem não é uma simples análise existencial, nem uma síntese como a realizada pelos estudantes das ciências positivas”, porque estamos face uma disciplina filosófica e “que trata da essência, da universalidade, do ser humano”.
Logo em nossas primeiras reflexões desta disciplina, nos foi colocado o seguinte questionamento:
“Sempre interessou ao homem saber quem ele é. Você considera que a pergunta Quem é o homem?", que impulsiona o estudo da Antropologia Filosófica equivale ou é sinônimo da pergunta: "Que é o homem?", que motiva o estudo das ciências positivas? Você consegue explicar qual é o lugar ou função da Antropologia Filosófica”
O debate assim parte de um confronto entre duas indagações: o que distingue a indagação de QUEM É O HOMEM?, de outra indagação – O QUE É O HOMEM? Naturalmente não estamos buscando distinções de classes gramaticais indicadas por pronomes relativos, embora tais distinções precisem estar presentes.
Superada este nível de questionamento focaremos a questão fundamental: estamos buscando circunscrever reflexões que iluminem a natureza fundamental do ser humano. Mas ainda temos uma questão. Porque situar esta busca no âmbito de uma disciplina intitulada Antropologia Filosófica? Esta nos parece uma questão não resolvida. Vejamos porque?
O filósofo Max Scheler é considerado um dos principais filósofos ligado a Antropologia Filosófica.O centro do pensamento de Scheler era a sua teoria do valor. De acordo com Scheler, o ser-valor de um objeto precede a percepção. A realidade axiológica dos valores é anterior à sua existência. Os valores e seus correspondentes opostos existem em uma ordem objetiva.
Sem desconsiderar a relevância deste filósofo e sua grande contribuição para uma filosofia humanista, não pude deixar de questionar o sentido e o propósito desta ciência tal como por ele formulada. Pesquisando a questão encontrei uma importante reflexão de Heidegger precisamente nesta direção. Reproduzo abaixo a tradução do texto deste filósofo:
“(...) Que é isto, filosofar, se a problemática filosófica é tal que encontra seu lugar e seu centro na essência do homem?
Enquanto estas questões não sejam desenvolvidas e precisadas no seu encadeamento sistemático, não se poderão ver os limites essenciais da idéia de uma antropologia filosófica. Só a discussão destas questões fornece uma base ao debate sobre a essência, os direitos e o papel de uma antropologia filosófica no seio da filosofia. Sem cessar surgirão novas tentativas de uma antropologia filosófica que poderão se apresentar com argumentos plausíveis e defender o papel central desta disciplina sem, no entanto, poder fundá-la sobre a essência da filosofia. Sem cessar também aparecerão adversários da antropologia que poderão fazer notar que o homem não está no centro dos entes e que uma "infinidade" de entes encontram-se "a seu lado", uma refutação do papel central da antropologia filosófica que não é em nada mais filosófica que sua afirmação.
Assim uma reflexão crítica sobre a idéia de uma antropologia filosófica não somente ilumina sua imprecisão e sua fatal insuficiência, mas manifesta antes de mais nada que não dispomos nem de uma base nem de quadros necessários para um exame aprofundado de sua essência.(...)”(http://www.filoinfo.bem-vindo.net/filosofia/modules/wfsection/article.php?articleid=360)
Mas estas reservas não impedem de refletir sobre a questão inicial: Quem é o homem?
Usamos a referência ao brilhante teólogo Leonardo Boff para estabelecer a referência do olhar que propomos sobre esta pergunta. Leonardo Boff conseguiu na sua práxis elaborar uma profunda visão do ser humano, como um ser holístico, planetário e ecológico. Em campos diferentes, mas atuando de forma pioneira fomos buscar dois outros pesquisadores, comprometidos com a verdade dos seus trabalhos: o primeiro Teilhard Chardin (detalhamos abaixo seus histórico) ou outro François Brune, um padre, teólogo, poliglota e profundo conhecedor dos fenômenos paranormais. Pode parecer uma reunião inusual de pensadores. Mas esta excentricidade é apenas aparente: todos os pesquisadores relacionados têm em comum um profundo compromisso da sua espiritualidade e uma coragem incomum por trafegarem em áreas tabu, marcadas pelo preconceito e juízos fundamentalistas.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
DESARQUIVANDO A DITADURA: MEMÓRIA E JUSTIÇA NO BRASIL
Recebí do Departamento de Filosofia da USP um convite para participar do lançamento do livro "DESARQUIVANDO A DITADURA: MEMÓRIA E JUSTIÇA NO BRASIL".
O convite possui as seguintes informações:
"DESARQUIVANDO A DITADURA: MEMÓRIA E JUSTIÇA NO BRASIL",
Organizado por
Cecília MacDowell Santos, Edson Teles e Janaína de Almeida Teles
Com debate coordenado por Cecília MacDowell (CES, Universidade de Coimbra e University of San Francisco) e os debatedores
Ana Maria Camargo (USP), Márcio Seligmann-Silva (Unicamp), Marlon Weichert (Procurador da República)e Zilda Marcia Grícoli Iokói (USP).
Dia 16 de junho, a partir das 19 horas
Instituto Sedes Sapientiae - Av. Ministro Godoy, 1484 - Perdizes - São Paulo / SP
O convite possui as seguintes informações:
"DESARQUIVANDO A DITADURA: MEMÓRIA E JUSTIÇA NO BRASIL",
Organizado por
Cecília MacDowell Santos, Edson Teles e Janaína de Almeida Teles
Com debate coordenado por Cecília MacDowell (CES, Universidade de Coimbra e University of San Francisco) e os debatedores
Ana Maria Camargo (USP), Márcio Seligmann-Silva (Unicamp), Marlon Weichert (Procurador da República)e Zilda Marcia Grícoli Iokói (USP).
Dia 16 de junho, a partir das 19 horas
Instituto Sedes Sapientiae - Av. Ministro Godoy, 1484 - Perdizes - São Paulo / SP
O ocaso do neoliberalismo.
Dois episódios foram particularmente simbólicos como fatos que assinalam o fracasso do capitalismo neoliberal: a) a condordata da GM - um dos maiores simbolos do capitalismo norte-americano e o controle do seu capital social pelo governo dos Estados Unidos e b)A volta de Cuba à OEA, após 47 anos de sua expulsão desta organização.
O comunicado foi divulgado pelo UOL Notícias com a seguinte abertura:
"Os chanceleres do grupo de trabalho instituído para debater a questão cubana apresentaram a proposta de readmitir Cuba na OEA à chanceler hondurenha, Patrícia Rodas, que preside a 39ª Assembléia Geral da organização. Em seguida, a proposta foi ratificada por aclamação pelos países presentes. O ministro das Relações Exteriores do Equador, Fander Falconí, comemorou a decisão adotada hoje. "Já foi aprovada neste momento por todos os chanceleres, por consenso. Essa é uma notícia muito boa, reflete a mudança de época que se está vivendo na América Latina", disse Falconí.O ministro equatoriano disse que se chegou "a um consenso sobre um texto que não impõe condições" para a reincorporarão de Havana.
"Muitos de nós não tinham nascido naquele momento [em que a expulsão foi decidida] e o que esta geração está fazendo é basicamente emendar a história, e aqui temos um desafio de construir uma história diferente".
O comunicado foi divulgado pelo UOL Notícias com a seguinte abertura:
"Os chanceleres do grupo de trabalho instituído para debater a questão cubana apresentaram a proposta de readmitir Cuba na OEA à chanceler hondurenha, Patrícia Rodas, que preside a 39ª Assembléia Geral da organização. Em seguida, a proposta foi ratificada por aclamação pelos países presentes. O ministro das Relações Exteriores do Equador, Fander Falconí, comemorou a decisão adotada hoje. "Já foi aprovada neste momento por todos os chanceleres, por consenso. Essa é uma notícia muito boa, reflete a mudança de época que se está vivendo na América Latina", disse Falconí.O ministro equatoriano disse que se chegou "a um consenso sobre um texto que não impõe condições" para a reincorporarão de Havana.
"Muitos de nós não tinham nascido naquele momento [em que a expulsão foi decidida] e o que esta geração está fazendo é basicamente emendar a história, e aqui temos um desafio de construir uma história diferente".
terça-feira, 2 de junho de 2009
Conheça o Centro de Apoio ao Paciente com Câncer
Fizemos um link do vídeo, que mostra a atuação do Centro de Apoio ao Paciente com Câncer, CAPC, localizado em Florianópolis.
VALE A PENA CONHECER.
VALE A PENA CONHECER.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Convite para um Café Filosófico Clínico
Recebi este e-mail da Monica Aiub e estou repassando:
"Conto com sua participação em nosso café filosófico clínico, dia 4 de junho, quinta-feira, na livraria Martins Fontes, Av. Paulista, 509 - São Paulo, das 19:30 às 21:30
Informações: 2161-9900
Abraços e até lá!
Monica Aiub
(11) 3337-0631
www.institutointersecao.com"
Neste café filosófico você conhecerá os aspectos práticos da Filosofia Clínica.
"Conto com sua participação em nosso café filosófico clínico, dia 4 de junho, quinta-feira, na livraria Martins Fontes, Av. Paulista, 509 - São Paulo, das 19:30 às 21:30
Informações: 2161-9900
Abraços e até lá!
Monica Aiub
(11) 3337-0631
www.institutointersecao.com"
Neste café filosófico você conhecerá os aspectos práticos da Filosofia Clínica.
Teoria do Conhecimento e abordagem espírita do real
Qual, efetivamente, a pergunta fundamental que deixamos de fazer?
Quem teve oportunidade de conhecer o Centro de Apoio ao Paciente de Câncer, CAPC, localizado ao sul da ilha de Florianópolis, não tem como deixar de se perguntar: porque a ciência convencional deixa de examinar as hipóteses espíritas sobre os fundamentamentos daquilo que chamamos de "real". Ou como se diz em filosofia, o fundamento do Ser, indepentemente do que se entende por esta realidade.
Visitei pelo menos três vezes o CAPC. Trata-se de um hospital que desenvolve sua terapeutica como o que é conhecido como medicina vibracional e tendo como enfoque fenomenológico a visão espírita do real.
Em seu site - http://www.nenossolar.com.br -o CAPC assim assim descreve sua filosofia:
“A alegria é a prerrogativa da alma alimentada pelo amor”.
Essa é a filosofia do Centro de Apoio, que, aliando conhecimentos biológicos, psicológicos e espirituais, cuida das pessoas com câncer ajudando-as a conseguirem a paz e a harmonia necessárias para a recuperação do seu estado de saúde e da sua qualidade de vida. Por isso, o Centro de Apoio ensina que, mesmo estando doente, é possível retomar ao equilíbrio emocional e espiritual. Portanto, o paciente deve aprender a entender a mensagem do seu corpo e perceber que é preciso muito mais que o tratamento médico. O Centro de Apoio acredita que a atenção dispensada em forma de cuidado valorize o ser humano resgatando a sua identidade e fazendo com que as pessoas recuperem o propósito de lutar pela vida. Os conhecimentos necessários para isso, em nível biológico, psicológico a espiritual, são aplicados através de diversas terapias energéticas, complementares ao tratamento médico. O objetivo dessas terapias é fazer com que o paciente retorne ao estado de bem estar e de equilíbrio. Dessa forma, ele terá um estado vibratório energético favorável à ação dos medicamentos e dos tratamentos clínicos. O paciente aprende a descobrir suas potencialidades de cura, suas possibilidades e seus direitos como cliente. É um retorno ao seu processo interior, potencializado através da energia do amor universal e incondicional, do processo de fé em seu próprio poder pessoal. É o desenvolvimento daquilo que ele tem de melhor, da fé e da esperança necessárias para propiciar que a natureza possa, desta forma, contribuir para a harmonização e para o equilíbrio necessário ao retomo do seu estado de saúde e de qualidade de vida".
Na foto abaixo o prédio onde funciona o CAPC.

Vale a pena conferir o site desta instituição e voltar a se perguntar: como filosofia e teoria do conhecimento o que deixamos de nos perguntar?
Quem teve oportunidade de conhecer o Centro de Apoio ao Paciente de Câncer, CAPC, localizado ao sul da ilha de Florianópolis, não tem como deixar de se perguntar: porque a ciência convencional deixa de examinar as hipóteses espíritas sobre os fundamentamentos daquilo que chamamos de "real". Ou como se diz em filosofia, o fundamento do Ser, indepentemente do que se entende por esta realidade.
Visitei pelo menos três vezes o CAPC. Trata-se de um hospital que desenvolve sua terapeutica como o que é conhecido como medicina vibracional e tendo como enfoque fenomenológico a visão espírita do real.
Em seu site - http://www.nenossolar.com.br -o CAPC assim assim descreve sua filosofia:
“A alegria é a prerrogativa da alma alimentada pelo amor”.
Essa é a filosofia do Centro de Apoio, que, aliando conhecimentos biológicos, psicológicos e espirituais, cuida das pessoas com câncer ajudando-as a conseguirem a paz e a harmonia necessárias para a recuperação do seu estado de saúde e da sua qualidade de vida. Por isso, o Centro de Apoio ensina que, mesmo estando doente, é possível retomar ao equilíbrio emocional e espiritual. Portanto, o paciente deve aprender a entender a mensagem do seu corpo e perceber que é preciso muito mais que o tratamento médico. O Centro de Apoio acredita que a atenção dispensada em forma de cuidado valorize o ser humano resgatando a sua identidade e fazendo com que as pessoas recuperem o propósito de lutar pela vida. Os conhecimentos necessários para isso, em nível biológico, psicológico a espiritual, são aplicados através de diversas terapias energéticas, complementares ao tratamento médico. O objetivo dessas terapias é fazer com que o paciente retorne ao estado de bem estar e de equilíbrio. Dessa forma, ele terá um estado vibratório energético favorável à ação dos medicamentos e dos tratamentos clínicos. O paciente aprende a descobrir suas potencialidades de cura, suas possibilidades e seus direitos como cliente. É um retorno ao seu processo interior, potencializado através da energia do amor universal e incondicional, do processo de fé em seu próprio poder pessoal. É o desenvolvimento daquilo que ele tem de melhor, da fé e da esperança necessárias para propiciar que a natureza possa, desta forma, contribuir para a harmonização e para o equilíbrio necessário ao retomo do seu estado de saúde e de qualidade de vida".
Na foto abaixo o prédio onde funciona o CAPC.

Vale a pena conferir o site desta instituição e voltar a se perguntar: como filosofia e teoria do conhecimento o que deixamos de nos perguntar?
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